O cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, foi solto nesta sexta-feira (29) após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) atender um pedido da defesa do cantor, que estava preso desde o dia 22 de julho. As informações são da CNN Brasil.
De acordo com o ministro Joel Ilan Paciornik, do STJ, a argumentação do tribunal para estabelecer a prisão de Oruam “revela-se insuficiente, em princípio, para a imposição da segregação antecipada”
Segundo o ministro, outro destaque na decisão para revogar a prisão é de que o rapper é primário e se apresentou espontaneamente para o cumprimento do mandado.
Prisão de Oruam
O rapper Mauro Davi Nepomuceno dos Santos, o Oruam, se entregou à polícia no dia 22 de julho. Ele chegou à delegacia ao lado da mãe e da namorada. No mesmo dia, a Justiça do Rio de Janeiro havia emitido um mandado de prisão preventiva contra ele.
Pouco antes de se entregar, Oruam havia publicado um vídeo declarando que se entregaria.
— Eu errei. Desculpa aí todo mundo, provar para vocês que não sou bandido — afirmou ele em um vídeo publicado no Instagram.
Ele disse, também no vídeo, que ia dar “a volta por cima” e vencer através da própria música. Minutos depois, a conta na rede social ficou indisponível.
A Delegacia de Repressão a Entorpecentes do Rio indiciou o músico por sete crimes diferentes. São eles:
- tráfico de drogas
- associação ao tráfico
- resistência qualificada
- desacato
- dano qualificado
- ameaça
- lesão corporal
No pedido de prisão, a DRE diz que a residência do rapper se tornou um “ponto de encontro e abrigo para criminosos e foragidos da Justiça”.
As acusações surgiram quando policiais tentavam cumprir um mandado de busca e apreensão de um adolescente, identificado como Menor Piu, que estava na casa de Oruam.

















