Há semanas cantei a pedra que o partido do PL liderado pelo falso bolsonarista, João Roma, seria implodido. O mal vai ser cortado pela raiz. Anote.
Reiterei, também, diversas vezes, que Roma se aliou à esquerda para derrotar ACM Neto (UB). Fui até criticado por bolsonaristas desinformados e taxado como lulista.
Quem conhece nosso trabalho sabe que estamos há 9 anos denunciando o governo do PT na Bahia, e conhecemos todos os figurões da política que estão por trás financiando os candidatos: do empresariado à grande mídia.
Você, bolsonarista baiano, nunca se perguntou por que o Jornal A Tarde ataca tanto Bolsonaro e ACM Neto e propaga para João Roma e Jerônimo?
A estratégia do PT é usar Roma com aval dele próprio para assegurar os votos bolsonarista forçando um segundo turno entre Jerônimo e Neto, só que o último vem sendo habilidoso em não nacionalizar a eleição, deixando os adversários desesperados.
Veja que tanto Roma quanto Jerônimo não tem projeto para a Bahia, e tentam nacionalizar a eleição para pontuar, o que não vem conseguindo.
Pois bem: Roma não consegue sustentar a máscara, e aos poucos vem caindo, ao ponto de implodir o partido PL na Bahia.
O ex-ministro de Bolsonaro, além de filiar diversos esquerdistas no partido, resolveu apadrinhar alguns candidatos a deputados em detrimento da maioria.
A sua esposa, Roberta Roma, candidata a deputada federal, recebeu R$ 500 mil do fundo partidário.
A candidata ao senado, Raissa Soares e o marido, Geraldo, receberem R$ 1,5 milhão do fundão.
André Porciuncula, Alexandre Aleluia, Netinho, Jonga Bacelar e Katia Bacelar receberam R$ 500 mil cada.
Mais de 80 candidatos que não tem estrutura, principalmente apoio da majoritária e partidária, ficaram sem fundo partidário.
Diversos candidatos foram menosprezados pelo candidato ao governo, e estão dispostos a bater de frente com o esquema que uma minoria do PL montou para beneficiar os apadrinhados.
O PL vai ser implodido na Bahia.














