A banda carioca Planet Hemp iniciou neste sábado (13), em Salvador, a turnê “A Última Ponta”, que coloca ponto final em uma história de 32 anos. O show de despedida na capital baiana aconteceu na Concha Acústica do Teatro Castro Alves – que ficou lotada.
“Espero que vocês se divirtam muito. Essa é a última vez que o Planet Hemp vai passar por Salvador. E não tem essa de tristeza. Vamos aproveitar o momento que estamos vivendo aqui e agora”, convocou o vocalista Marcelo D2.
Além de D2, integram o Planet na turnê: BNegão (voz), Formigão (baixo), Nobru (guitarra), Pedro Garcia (bateria) e Daniel Ganjaman (guitarra e teclados) – além de um DJ, um percussionista e um trio de metais.
No palco, o grupo que mistura rap, rock, psicodelia, hardcore e ragga executou músicas de todos os discos. “Dig Dig Dig (Hempa)” abriu o setlist.
Nomes como Chico Science, Fábio Kalunga, Marielle Franco e Chorão foram homenageados (in memoriam), assim como citações a artistas locais, como Lisergia, Dois Sapos e Meio, Baiana System e o sambista Nelson Rufino. Em alguns momentos do show, os músicos também celebraram a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A trajetória e o legado do Planet Hemp
A concepção visual da turnê A Última Ponta é marcada por história, muita história ao longo dessas três décadas. Em um telão, momentos marcantes do país são revisitados e contextualizados com a trajetória do Planet Hemp durante as duas horas de show. Um sofá no meio do palco cria o clima no melhor estilo “in tha house“.
Por Vinicius Ribeiro

















