Registrado oficialmente há 10 anos, o Partido Novo ganhou destaque ao levantar a bandeira pela não utilização do dinheiro público – fundão eleitoral. Entretanto, nas últimas eleições municipais, com apenas 9 aninhos, não aguentou sobreviver sem dinheiro público e admitiu a utilização do fundo eleitoral para campanhas eleitorais.
De acordo com o estatuto, o partido Novo foi fundado por cidadãos ficha-limpa, que nunca haviam se envolvido com política e resolveram sair da indignação para a ação.
Nos últimos tempos, a legenda Nova vem abrigando raposas velhas da política e os intergaláticos da direita limpinha que não obtiveram sucesso no bolsonarismo.
Na Bahia, por exemplo, a velha raposa, José Carlos Aleluia, de 77 anos, conhecido como “Missa” na lista da Odebrecht (veja aqui), através da Executiva Nacional, destituiu o diretório no estado assumindo o controle e lançando sua pré-candidatura ‘natimorta’ ao governo da Bahia.
Pois bem, na Bahia tem precedência: o partido Novo ressuscitando uma velha raposa da política que tenta eleger o filho [Alexandre Aleluia] deputado, que não conseguiu êxito surfando na onda bolsonarista em 2022.
Por fim, o diretório estadual destituído ingressou com uma mandado de segurança para tentar anular a decisão da Executiva Nacional, e a família ‘Aleluia’ torcer por um “milagre’, porque a imposição autoritária e antidemocrática fere o estatuto da legenda.














