Faltando pouco mais de seis para as eleições, os ditos “bolsonaristas” da Bahia batem cabeça e só fazem atrapalhar a eleição de Jair Bolsonaro (PL) no estado.
Em entrevista à Rádio Web Brado, a pré-candidata ao senado, Dra. Raissa Soares (PL), disse que a irmã de Jonga Bacelar (PL), Katia Oliveira (PL) – a que chamou de “embaixatriz” –, estaria assumindo a presidência estadual interinamente em virtude de não chegar a um consenso do nome do vereador Alexandre Aleluia (PL) assumir o posto.
A doutora mostrou o que rola nos bastidores cercado por falsos bolsonaristas, onde preferiram deixar na presidência uma do “centrão” – que prefiro que ela ganhe do que certos bolsonaristas que vão surfar na onda –, do que um vereador com forte ligação com o filho do presidente.
Por que não quiseram Alexandre como presidente?
Porque são meros oportunistas que querem usar a estrutura partidária para chegar ao poder, como Dayane Pimentel fez distribuindo diretórios a esquerdistas em troca de apoios.
A tal embaixatriz, como citou Raissa, é política nata, e vai saber fazer o jogo dos oportunistas para dobrar com ela em algumas cidades ou com o irmão. Faz parte do jogo. Kátia tem uma cadeira garantida.
Ora, por que o pré-candidato ao governo, o super ministro, João Roma não assumiu para liderar o rebanho? Porque todos sabem que ele está preocupado na eleição da esposa e do chefe de gabinete.
E mais: quase todos se odeiam. O que foi vazado do Comandante Rangel é fichinha do que acontece nos bastidores. Há uma disputa de quem é mais bolsonarista.
Por fim, ninguém está preocupado com Bolsonaro na Bahia. Boa parte dos pré-candidatos estão preocupados em se eleger surfando na onda, porque 90% não tem voto ou reduto.














