No Result
View All Result
  • Principal
  • Cidade
  • Bahia
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Justiça
  • Empregos
  • Geral
  • Principal
  • Cidade
  • Bahia
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Justiça
  • Empregos
  • Geral
No Result
View All Result
No Result
View All Result
 
  • Principal
  • Cidade
  • Bahia
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Justiça
  • Empregos
  • Geral
Home Destaque

Operação Faroeste: PGR denuncia 15 envolvidos em suposto esquema de venda de decisões no TJ-BA

TIA CÂNDIA Por TIA CÂNDIA
10 de dezembro de 2019 às 16:49
Operação Faroeste: PGR denuncia 15 envolvidos em suposto esquema de venda de decisões no TJ-BA

LeiaMais

Homem é preso por descumprir medidas protetivas contra ex-companheira em Candeias

Homem é preso por descumprir medidas protetivas contra ex-companheira em Candeias

6 de novembro de 2026
Operação integrada prende seis pessoas e desarticula organização criminosa com atuação em cidades baianas

Operação integrada prende seis pessoas e desarticula organização criminosa com atuação em cidades baianas

6 de novembro de 2026
PF e CGU deflagram operação para investigar suspeita de fraude e desvio de recursos na compra de livros didáticos em Serrinha

PF e CGU deflagram operação para investigar suspeita de fraude e desvio de recursos na compra de livros didáticos em Serrinha

4 de novembro de 2026

A Procuradoria-Geral da República (PGR), comandada pelo baiano Augusto Aras, denunciou, nesta terça-feira (10), 15 pessoas – entre elas quatro desembargadores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e três juízes estaduais – pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Encaminhada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), a ação é decorrente de inquérito instaurado a partir da descoberta de indícios da existência de uma organização criminosa que operou entre 2013 e 2019, e que tem como principal operador Adaílton Maturino dos Santos.

O esquema envolveu a venda de sentenças e outros crimes que tinham como propósito permitir a grilagem de terras no oeste do estado baiano. Dada a complexidade do caso e a apreensão de novos elementos de prova, os investigadores solicitaram ao relator, ministro Og Fernandes, a continuidade das investigações para aprofundamento das apurações em relação a fatos e pessoas não relacionados na denúncia.

A denúncia detalha a atuação criminosa do chamado núcleo judicial e a sua relação com os operadores do esquema. Conforme o Ministério Público Federal (MPF), a organização atuava por meio de três núcleos: o judicial, o causídico e o econômico. O núcleo econômico era formado por produtores rurais dispostos a pagar por ordens judiciais que os permitissem legitimar a posse e a propriedade de imóveis onde exerciam as suas atividades. O jurídico contava com desembargadores e juízes, além de servidores do TJ/BA. Os primeiros, proferiam as decisões negociadas pelos operadores do esquema enquanto os servidores auxiliavam na elaboração de minutas e petições. Já o núcleo causídico era formado por advogados que intermediavam as negociações entre membros dos núcleos jurídico e econômico, formalizavam os acordos e adotavam as providências judiciais e extrajudiciais necessárias para garantir o proveito obtido com as decisões judiciais negociadas.

Ao descrever o conjunto de provas que sustentam a acusação, a PGR menciona a análise de dados telefônicos e bancários dos envolvidos, sobretudo dos membros do núcleo judicial denunciados, e seu relacionamento com os demais operadores do esquema. Foram verificados, entre outras provas, troca de ligações em datas próximas a atos processuais, contatos variados com advogados ligados a outros integrantes da organização criminosa, além de movimentações financeiras de valores expressivos, em espécie e sem a indicação da origem. Conforme a denúncia, integrantes do núcleo judicial atuaram em ações envolvendo centenas de milhares de hectares de terras localizadas na região oeste do estado.

As cifras milionárias relacionadas ao caso são apontadas como fator decisivo para que outros magistrados fossem atraídos para o esquema criminoso, além dos servidores do tribunal. As provas reunidas durante as investigações revelaram que parte dos recursos movimentados com as operações foi destinada aos agentes públicos denunciados.

Segundo a denúncia, o ponto de partida do esquema criminoso foi o plano executado por Adailton Maturino para validar matrículas de imóveis em nome de José Valter. Com essa medida – efetivada com a participação dos demais envolvidos, inclusive os magistrados – Valter saiu da condição de borracheiro para a de maior latifundiário da região, numa composição patrimonial que abarca cerca de 366 mil hectares de terras e cifras que superam R$ 1 bilhão, em valores atualizados. Para viabilizar as atividades criminosas, Adailton Maturino chegou a constituir uma empresa de fachada, cujo capital social declarado era de R$ 580 milhões.

No documento, o MPF sustenta que, embora os envolvidos tenham tentado esconder a vinculação criminosa entre as respectivas atuações profissionais e o pagamento de vantagens indevidas por parte de Adailton, “o cruzamento de chamadas telefônicas entre eles, no período sindicado, não deixa dúvida de que todos atuaram sincronizados, para tanto”. A denúncia faz referência, ainda, a dois homicídios que podem ter relação com os fatos apurados, embora não sejam objeto da ação proposta neste momento.

Atos de ofício

A denúncia detalha seis linhas de investigação que retratam situações em que os magistrados atuaram de forma indevida e beneficiaram integrantes do núcleo econômico e a si próprios, diante dos sinais de acréscimo patrimonial e mecanismos de lavagem de dinheiro nesse período. Há registro de decisões em apelações, agravo de instrumento, embargos à execução, mandados de segurança, recursos administrativos e até edição de portarias. Também especifica a situação dos investigados em relação a atos de lavagem de dinheiro, posse de bens de alto valor, como joias e obras de arte, além de carros de luxo, dinheiro em espécie, sendo confirmadas movimentações suspeitas e incompatíveis com a renda declarada.

Em relação a Adailton Maturino e a esposa Geciane Maturino, operadores do esquema, além das informações bancárias, a denúncia relata a descoberta e apreensão de nove veículos de luxo importados (parte deles registrada em nome de terceiros) uma aeronave e outros indícios de crimes por meio de empresas constituídas para a blindagem patrimonial dos envolvidos. O casal se apresentava como diplomatas de Guiné Bissau, informação que não consta de nenhum registro do Ministério das Relações Exteriores. E até como “ príncipe soberano de Santo Estevão” em menção referente à negociação de criptomoedas. Para os investigadores, trata-se de provas contundentes da prática de lavagem de dinheiro para esconder a origem ilícita dos recursos.

Além de pedir que os denunciados respondam pelos crimes indicados na proporção da participação de cada um no esquema, bem como a continuidade das investigações, a Procuradoria-Geral da República requereu a prorrogação do afastamento dos quatro dos cargos de desembargadores e dos dois juízes por 180 dias. Também pediu que seja afastado das atividades o terceiro juiz denunciado (Márcio Braga), contra quem ainda não há medida cautelar neste sentido. A mesma providência também foi requerida em relação a Antônio Roque do Nascimento Neves, assessor do desembargador Gesivaldo Britto.

Lista dos denunciados:

Desembargadores:

Maria da Graça Osório Pimentel
José Olegário Monção Caldas
Maria do Socorro Barreto Santiago
Gesivaldo Nascimento Britto

Juízes de Direito

Sérgio Humberto de Quadros Sampaio,
Marivalda Almeida Moutinho
Márcio Reinaldo Miranda Braga

Operadores e beneficiados

Antônio Roque do Nascimento Neves
Júlio César Cavalcanti Ferreira
Karla Janayna Leal Vieira
Adailton Maturino dos Santos
Márcio Duarte Miranda
Geciane Souza Maturino dos Santos
José Valter Dias
Joílson Gonçalves Dias

Fonte: UOL.

Tags: Augusto Arasdenúnciaoperação faroestePGR
PUBLICIDADE

Notícias Relacionadas

Homem é preso por descumprir medidas protetivas contra ex-companheira em Candeias
Polícia

Homem é preso por descumprir medidas protetivas contra ex-companheira em Candeias

6 de novembro de 2026
Operação integrada prende seis pessoas e desarticula organização criminosa com atuação em cidades baianas
Polícia

Operação integrada prende seis pessoas e desarticula organização criminosa com atuação em cidades baianas

6 de novembro de 2026
PF e CGU deflagram operação para investigar suspeita de fraude e desvio de recursos na compra de livros didáticos em Serrinha
Polícia

PF e CGU deflagram operação para investigar suspeita de fraude e desvio de recursos na compra de livros didáticos em Serrinha

4 de novembro de 2026

Discussion about this post

Ultimas Notícias

Prefeitura de Mata de São João fecha contrato de R$ 800 mil sem licitação com empresa de genro de ex-prefeito

Prefeitura de Mata de São João fecha contrato de R$ 800 mil sem licitação com empresa de genro de ex-prefeito

7 de novembro de 2026
Rodrigo Hagge assume Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista após acordo político com Sheila Lemos

Rodrigo Hagge assume Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista após acordo político com Sheila Lemos

7 de novembro de 2026
Homem é preso por descumprir medidas protetivas contra ex-companheira em Candeias

Homem é preso por descumprir medidas protetivas contra ex-companheira em Candeias

6 de novembro de 2026
Lauro de Freitas recebe reconhecimento nacional por inovação e transformação digital

Lauro de Freitas recebe reconhecimento nacional por inovação e transformação digital

6 de novembro de 2026
Justiça Federal autoriza retorno de três sites de apostas no Brasil

Justiça Federal autoriza retorno de três sites de apostas no Brasil

6 de novembro de 2026
Vereador Gil de Adélia é eleito presidente da Câmara de Lauro de Freitas

Vereador Gil de Adélia é eleito presidente da Câmara de Lauro de Freitas

6 de novembro de 2026
ACM Neto reafirma força do grupo político em Salvador e diz que eleição estadual não define disputa municipal: “Ninguém vai se acovardar”

ACM Neto reafirma força do grupo político em Salvador e diz que eleição estadual não define disputa municipal: “Ninguém vai se acovardar”

6 de novembro de 2026
Operação integrada prende seis pessoas e desarticula organização criminosa com atuação em cidades baianas

Operação integrada prende seis pessoas e desarticula organização criminosa com atuação em cidades baianas

6 de novembro de 2026

Siga-nos:

Copyright © 2013-2025 - Todos os direitos reservados à Tia Cândia.
  • Contact
  • Fale Conosco
  • Home
  • Home 2
  • Home 3
  • Página de Exemplo
  • Teste
  • Tia Cândia

Copyright © 2013-2026 - Todos os direitos reservados à Tia Cândia.

No Result
View All Result
  • Principal
  • Cidade
  • Bahia
  • Política
  • Polícia
  • Saúde
  • Economia
  • Educação
  • Mundo
  • Entretenimento
  • Esporte
  • Justiça
  • Empregos
  • Geral

Copyright © 2013-2026 - Todos os direitos reservados à Tia Cândia.